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MANUAL DE FONTES DE INFORMAÇÃO

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MANUAL DE FONTES DE INFORMAÇÃO
Murilo Bastos da Cunha
Brasília, DF : Briquet de Lemos / Livros, 2010.
182 p.

ISBN 978-8585637422



É provável que a palavra referência, nos sentidos que tem na biblioteconomia de língua portuguesa, haja chegado por aqui nos idos de 1940, trazida pela influência norte-americana sobre uma nova geração de bibliotecários, que, no Rio de Janeiro e em São Paulo, procuravam modernizar as práticas bibliotecárias aqui adotadas. Como em muitos outros casos, prevaleceu a semelhança fonética e ortográfica, em detrimento do sentido que já poderia existir associado a palavras de há muito presentes no português. O fato é que, apesar de qualquer preocupação preciosista, o sentido novo foi incorporado ao português e também a outras línguas, e obra de consulta passou a ser ‘obra de referência' e ‘sala de consulta' virou ‘sala de referência'. Assim como ‘cota' virou ‘número de chamada' e hoje em dia site se incorpora como tal, deslocando para outros mapas semânticos o seu equivalente ‘sítio'.  Se nossas bibliotecas sempre tiveram obras de consulta, isto é, de referência, o fato é que estas somente adquiriram o estado diferenciado de fontes de informação quando foram criados os primeiros serviços de referência no país, na década de 1940. Esses serviços, que tanto evoluíram em nossas bibliotecas, dependem não apenas de suas coleções, mas também de listas seletivas e comentadas daquelas obras que podem ajudar o bibliotecário em seu trabalho de atendimento aos leitores que buscam informação. Se, em outros países, há um grande número desses guias ou manuais de referência, sua produção no Brasil tem sido esporádica e escassa. Aqui, como é assinalado no prefácio de Paulo da Terra Caldeira, o autor apresenta um "espectro mais amplo" do que aquele tentado pelos antecessores brasileiros "abrangendo tipos de materiais indispensáveis para consulta no cotidiano da população" que "facilitam a identificação e o conhecimento de enorme número de fontes e mecanismos para recuperação de informação em meio eletrônico". Em 1957, a bibliotecária argentina Josefa Emilia Sabor publicou seu Manual de fuentes de información, que marcou gerações de estudantes e profissionais, não só pela proximidade com nossa realidade (contava com um apêndice sobre obras de referência brasileiras feito por Bernadete Sinay Neves, da Universidade da Bahia) como também pela facilidade de compreensão do castelhano, ao contrário das outras alternativas disponíveis, em inglês ou francês. Ao adotar, neste livro, o bibliônimo usado por Josefa Emilia Sabor,  o autor espera que seu livro venha a ter uma utilidade que se aproxime, tanto quanto possível, da que teve o Manual de fuentes de información. E que seja visto como uma homenagem à ilustre colega argentina.

Sumário

Prefácio, de Paulo da Terra Caldeira vii / Introdução xi. / 1 Enciclopédias 1 / 1.1 Introdução 1 / 1.2 Principais enciclopédias 5 / 1.3 Como avaliar uma enciclopédia 12 / 1.4 Leituras complementares 17 / 2 Dicionários 19 / 2.1 Introdução 19 / 2.2 Principais dicionários 24 / 2.2.1 Português 24 / 2.2.2 Dicionário bilíngues 43 /  2.2.3 Dicionários na internet 56 / 2.3 Como avaliar dicionários 58 / 2.4 Leituras complementares 61 / 3 Fontes biográficas 63 / 3.1 Introdução 63 / 3.2 Principais fontes de informação biográfica 65 / 3.2.1 Enciclopédias 65 / 3.2.2 Dicionários biográficos 66 / 3.2.3 Diretórios biográficos 70 / 3.2.4 Periódicos 74 / 3.2.5 Entidades especializadas 75 / 3.3 Como avaliar as fontes biográficas 76 / 3.4 Leituras complementares 77/ 4 Fontes geográficas 80 / 4.1 Introdução 80 / 4.2 Principais fontes de informação geográfica 83 / 4.2.1 Atlas 83 / 4.2.2 Enciclopédias e dicionários geográficos 91 / 4.2.3 Guias e portais de viagem 93 / 4.2.4 Periódicos sobre viagens e turismo 96 / 4.2.5 Fontes na internet 96 / 4.2.6 Outras fontes importantes 101 / 4.3 Como avaliar as fontes geográficas 101 / 4.4 Leituras complementares 103 / 5 Fontes estatísticas 106 / 5.1 Introdução 106 / 5.2 Principais fontes estatísticas 109 / 5.2.1 Instituições importantes 109 / 5.2.2 Bases e bancos de dados 116 / 5.2.3 Anuários estatísticos 120 / 5.2.4 Dicionários e enciclopédias de estatística 122 / 5.3 Como avaliar as fontes estatísticas 122 / 5.4 Leituras complementares 125 / 6 Fontes jurídicas / 6.1 Introdução 126 / 6.2 Principais fontes de informação jurídica 130 / 6.2.1 Bibliografias 130 / 6.2.2 Dicionários e enciclopédias 131 / 6.2.3 Legislação 134 / 6.2.4 Mecanismos de busca e diretórios 143 / 6.3 Como avaliar as fontes jurídicas 143 / 6.4 Leituras complementares 146 / 7 Serviços de busca / 7.1 Introdução 148 / 7.2 Tipos de serviços de busca 154 / 7.3 Fontes de informação sobre serviços de busca 156 / 7.3.1 Manuais 156 / 7.3.2 Documentos na web / 7.4 Principais serviços de busca 159 / 7.4.1 Estratégias de busca 159 / 7.4.2 Serviços de busca de outros países 161 / 7.4.3 Metamecanismos de busca – Outros países 165 / 7.4.4 Mecanismos de busca – Brasil 166 / 7.4.5 Mecanismos de busca em redes sociais 167 / 7.5 Como avaliar os mecanismos de busca 167 / 7.6 Leituras complementares 170 / Referências bibliográficas 171 / Índice 173

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