|
De fato, o
crítico e ensaísta italiano provém de uma escola (a de Adolfo e
Lionello Venturi) que procura o sentido da arte na sua história,
mais do que em faculdades inatas ou em princípios absolutos. Foi
Argan, aliás, que levou essa orientação até as últimas
conseqüências: se a arte é um fenômeno histórico, não há
garantia de que ela seja eterna. O desaparecimento do
artesanato, de que a arte era guia e modelo, e o surgimento da
produção industrial, que se baseia sobre outros princípios, pode
muito bem determinar o fim da arte como atividade culturalmente
relevante.
Cerca de 750
ilustrações e um texto primoroso compõem este clássico da
história da arte, traduzido no mundo inteiro, com mais de 4
milhões de cópias vendidas.
|