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Ao longo de quatro décadas, o artista plástico e pesquisador José Alberto Nemer se dedicou a um estudo - inventariar esculturas de devoção caseira, produzida por artistas anônimos, abrangendo o período do ciclo do ouro e do diamante das Minas Gerais até o final do século XIX. O resultado está nas 368 páginas de 'A mão devota - Santeiros populares das Minas Gerais nos séculos 18 e 19'.


